DESENHO ARQUITETONICO PDF

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Author:Maramar Arashisar
Country:India
Language:English (Spanish)
Genre:Photos
Published (Last):15 April 2015
Pages:276
PDF File Size:11.92 Mb
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ISBN:223-2-62325-693-3
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Vamos ento aprender um pouco. O desenho uma forma de expresso, assim como a comunicao verbal e escrita, usada por artistas e diversos profissionais e, de uma forma geral, projetistas que necessitam transmitir uma ideia de produto a fim de que o entendimento de sua execuo seja feita da maneira mais clara possvel.

Assim, esta comunicao realiza-se atravs de linhas, traados, smbolos e indicaes textuais, todos estes normatizados internacionalmente. O profissional deve demonstrar de modo criativo os aspectos da sua ideia, sem deixar dvidas para qualquer pessoa que esteja lendo o desenho executado.

Seus smbolos devem fazer-se entender, de modo que a linguagem grfica deva ser simplificada e com um grande nmero de detalhes. Cabe ressaltar que os desenhos podem ser classificados em dois tipos bsicos: - projetivos: resultam de projees do objeto em um ou mais planos de projeo vistas ortogrficas e perspectivas ; - no-projetivos: desenhos resultantes de clculos algbricos grficos, fluxogramas, diagramas etc. Percebe-se, portanto, que o desenho tcnico normatizado do tipo projetivo e sendo o desenho arquitetnico, em um sentido restrito, uma especializao do desenho tcnico normatizado, voltada execuo e representao de projetos de arquitetura.

Em uma perspectiva mais ampla, o desenho de arquitetura poderia ser encarado como todo o conjunto de registros grficos produzidos por arquitetos ou outros profissionais da rea. O desenho de arquitetura nada mais do que uma linguagem grfica padronizada, que visa facilitar a relao entre os consumidores, clientes e profissionais da rea de construo civil.

Primeiramente, os desenhos arquitetnicos so executados sobre pranchetas, com uso de rguas, esquadros, lapiseiras, escalas, compassos, canetas de nanquim, etc. Levando o executor ao domnio das ferramentas e conhecimento de normatizaes, fases do desenho e suas complementaes, para posteriormente ser introduzido ao desenho informatizado.

Hoje podem ser tambm digitalizados atravs da computao grfica, em programas de computador especficos, que quando reproduzidos devem ter as mesmas informaes contidas nos convencionais.

Ou seja, os traos e os demais elementos apresentados devero transmitir todas as informaes necessrias, para a construo do objeto, com a mesma representatividade, nos dois processos. Agora que voc j sabe um pouco sobre desenho, vamos conhecer a sua histria, ou seja, como ele surgiu e evoluiu.

Situao de Aprendizagem Voc foi contratado como auxiliar de desenho em um escritrio de Arquitetura, onde realizar as atividades de desenho manual. Nesse escritrio muitos servios so realizados, e muitos deles requerem traos precisos, bem como a utilizao de equipamentos que auxiliem o desenho a ser realizado, copiado ou alterado manualmente, sem o auxlio de softwares especficos. Para que seja realizada a atividade de desenho necessrio ter conhecimento de sua histria, componentes e principalmente das Normas Regulamentadoras Brasileiras que definem e regulamentam o seu desenvolvimento.

Para averiguar a sua compreenso do funcionamento ao final dos estudos sero aplicados alguns questionamentos que averiguaro os seus conhecimentos adquiridos. Ao final dos questionamentos, aps a averiguao do conhecimento adquirido, voc ter acesso a uma introduo ao desenho informatizado, bem como demonstrao de softwares destinados ao desenvolvimento de projetos arquitetnicos e de engenharia, utilizado por projetistas, engenheiros, arquitetos e tcnicos em edificaes.

Histria O homem se comunica por meio de grafismos e desenhos desde as pocas mais retrgradas. As primeiras representaes foram executadas em forma de pinturas. Ao longo da histria, a comunicao atravs do desenho evoluiu dando origem a duas formas de desenho: o desenho artstico em que se expressam ideias e sensaes, estimulando a imaginao do espectador ; e o desenho tcnico em que h a representao dos objetos o mais prximo do possvel, em formas e dimenses reais. A arquitetura expressa atravs do desenho.

Segundo Schuler et al. Ela props um mtodo de representao bidimensional sobre uma superfcie de papel das superfcies tridimensionais dos objetos, razo pela qual ela fundamenta a tcnica do desenho at os dias atuais.

Com o advento da Revoluo Industrial, surgiu mais controle dos processos construtivos, ou seja, mais rigor nos projetos das mquinas. Com isso, os projetistas necessitaram de um meio padronizado para se comunicar e assim foram institudas, a partir do sculo XIX, as primeiras normas tcnicas de representao grfica de projetos.

Vamos dar uma espiada nesta tal de normatizao. NORMAS Conforme j foi dito, o desenho a principal forma de comunicao e transmisso das ideias do arquiteto, e atravs deles que os demais profissionais compreendem o que est representado em seus projetos e vice-versa.

Shuler et al. Dessa maneira importante buscar o de normas pertinentes. Agora que j conhecemos as normas, e sabendo que todo trabalho necessita de ferramentas e materiais, vamos ver quais so as ferramentas que devemos conhecer para podermos desenhar. Est norma estipula as exigncias para a representao de projetos em arquitetura. O tipo de papel depende do tipo de projeto, da reproduo de desenho e, sobretudo do objetivo do desenho.

A recomendao que se utilize um papel transparente: vegetal ou sulfurize, ou papel opaco por exemplo, o sulfite. Assim define como devem ser representadas as escalas e que estas devem ser representadas na legenda da folha de desenho, caso seja uma escala utilizada. Caso haja necessidade de utilizar outras escalas na mesma folha de desenho, elas deveram ser indicadas junto ao detalhe ou vista.

Salienta tambm que a escolha da escala est diretamente ligada finalidade e complexidade do objeto que se deseja representar e a escolha desta definir tambm o formato da folha a ser utilizada para representao do desenho. As linhas respeitam o mesmo escalonamento dos formatos de papel, ou seja, se houver uma reduo ou ampliao do desenho, devem ser mantidas as mesmas larguras originais das linhas.

O escalonamento de larguras em milmetros devem seguir a sequncia: 0,13 0,18 0,25 0,35 0,50 0,70 1,00 1,40 2, Outro aspecto definido por esta norma que h dez tipos de linha com suas respectivas espessuras, para facilitar a compreenso e interpretao dos desenhos, pois para cada tipo h o uso adequado.

Os outros tamanhos derivaram destes e sero menores. A escolha do formato ser em funo da clareza do desenho, sempre priorizando os tamanhos menores, se possvel. As margens limitam os espaos para o desenho, e a margem esquerda deve ser sempre maior que as demais para possibilitar a furao desta e posterior arquivamento do desenho. Ela tambm refora a necessidade de que todas as folhas de formato A devem ser executadas 4 marcas de centros.

O formato final do dobramento deve ser o A4, ou seja, mesmo que se utilize uma folha A0, A1, A2 e A3, este formato dever ser atingido por meio do dobramento adequado da folha.

Caso as cpias do desenho de formatos A0, A1 e A2 devam ser perfuradas para arquivamento, o canto superior esquerdo deve ser dobrado para trs. Materiais e instrumentos do desenho arquitetnico Borracha Para quem faz desenho tcnico muito importante se ter uma borracha de qualidade para correes.

A Caneta Borracha muito procurada por ser extremamente fina e facilitar muito o trabalho na hora de apagar detalhes. Lapiseira e grafite Para o desenho tcnico, so usadas basicamente as lapiseiras 0.

Srie B B, 2B Em geral, so feitos de acrlico ou plstico A principal funo do transferidor medir ngulos entre duas linhas de interseo, desenhar ou criar ngulos especficos Rguas T e Paralela As rguas so instrumentos para traado de retas paralelas e perpendiculares, a serem usadas juntamente de um par de esquadros.

Prancheta Uma mesa, normalmente inclinvel, na qual possvel manter pranchas de desenho em formatos grandes como o A zero e onde se possam instalar rguas T ou paralelas. Escalmetro Um tipo especial de rgua, normalmente com seo triangular, com a qual podem ser realizadas medidas em escalas diferentes.

Escala a relao proporcional entre a medida do objeto tamanho real e a medida do desenho. Sem a escala exigiria-se um papel do tamanho daquilo que estamos desenhando. No caso de uma planta baixa, seria to grande que no caberia no cmodo alm de difcil de ler, por isso, usamos a escala de desenho. Desenhamos aquilo que desejamos reduzindo todas as dimenses proporcionalmente segundo uma escala. Podemos por exemplo reduzir todas igualmente dez vezes. Temos, neste caso, uma escala de l-se: um para dez.

Exemplos Escala de a mais comum em arquitetura : cada metro no desenho corresponde a 50 metros reais, ou seja, 1cm corresponde a 0,5m, ou 50cm. Escala de cada metro no desenho corresponde a metros reais, ou seja, 1cm corresponde a 1m.

Escala de cada metro corresponde a 20 metros reais, ou seja, 1cm corresponde a 0,2m. Escala de cada metro Folhas As folhas mais usadas para o desenho tcnico so do tipo sulfuriz.

Anteriormente popularizao do CAD, normalmente desenvolvia-se os desenhos em papel manteiga desenhados a grafite e eles eram arte-finalizados em papel vegetal desenhados a nanquim. Os desenhos devem ser executados em papis transparentes ou opacos, de resistncia e durabilidade apropriadas. A escolha do tipo de papel deve ser feita em funo dos objetivos, do tipo do projeto e das facilidades de reproduo. Papel transparente: manteiga, vegetal, albanene, polister e cronaflex.

Papel opaco: canson, schoeller ou sulfite grosso. Atualmente o papel mais utilizado para projetos o papel sulfuriz, que transparente apesar de opaco, recomendado para desenhos coloridos e desenhos a lpis.

Compasso um instrumento de desenho que faz arcos de circunferncia Caneta Nanquim uma caneta que contm um reservatrio recarregvel de tinta. A tinta nanquim ou tinta da china um material corante preto originrio da China. Desenvolvida pelos chineses h mais de 2. Gabaritos Pequenas placas plsticas ou metlicas que possuem elementos pr-desenhados vazados e auxiliam seu traado, como instalaes sanitrias, circunferncias, etc.

Normgrafo O normgrafo um instrumento auxiliar para desenho. O tipo mais comum o normgrafo para desenho de caracteres, porm h outros destinados ao desenho de formas geomtricas, como crculos e polgonos.

Pode ser uma rgua vazada atravs da qual se desenham letras e nmeros ou ento uma rgua com sulcos no formato dos caracteres, que so transferidos para o papel atravs de um instrumento denominado de aranha para normgrafo. Formato do Papel Agora que voc j viu no mdulo I o que o desenho tcnico, sua histria, seus materiais e ferramentas, vamos conhec-lo um pouco mais profundamente para que voc possa, realmente, ingressar no mercado de trabalho desta importante etapa da construo civil.

As folhas devem seguir os mesmos padres do desenho tcnico. Usa-se um retngulo de rea igual a 1m um metro quadrado e denominado folha A0 a-zero. Os lados do papel medem x mm. Do formato bsico so feitos os demais formatos da srie A. Assim, basta pegar um centmetro e dividir por 10 que se obter a medida de 1 milmetro. Percebe-se que o A0 o maior tamanho correspondente folha toda e ao se dividir esta tem-se o A1, e dividindo-se o A1 tem-se o A2, seguindo adiante. O tamanho usual para rgos pblicos A2.

Para armaes e frmas A1. Fixao da folha na prancheta Para se fixar uma folha na prancheta, seja esta A2 ou A3, deve-se seguir a orientao do desenho ao lado, na sequncia de fixao com fita adesiva do primeiro at o quarto canto vrtice do papel, alm de utilizar a rgua paralela como suporte, deslocando-a para regio mediana da folha a ser fixada. Margem Segundo as normas NBR A margem esquerda sempre maior que as demais, pois nesta margem que as folhas so furadas para fixao nas pastas ou nos arquivos.

Percebe-se que, para estes formatos de folhas da A0 at a A4, o valor da espessura da linha importa, bem como o comprimento da legenda carimbo tambm varia. Logo dever-se- utilizar o tamanho de grafite ou lpis adequado para a construo dessas margens.

Carimbo Segundo a NBR Empresa responsvel;.

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